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ENSAIO DE DEFORMAÇÃO PERMANENTE (CP 15 X 30)
A deformação permanente resulta do comportamento plástico do material. Isso ocorre, porque, quando a camada do pavimento sofre ação da carga pelo tráfego de veículo, há uma parcela da deformação total que não volta ao seu estado original, acarretando o acúmulo de pequenas quantidades de deformação não recuperáveis ao longo da vida de serviço do pavimento. Este defeito estrutural torna-se grave se passar de certa profundidade.
Este tipo de ensaio (CP 15 x 30) é geralmente utilizado para solos pedregulhosos e brita, se enquadrando nos seguintes casos:
Caso a amostra apresente material retido na peneira de 25,4 mm, mas que seja totalmente passante na peneira de 38,1 mm;
Caso a amostra apresente até 10 % de material retido na peneira de 38,1 mm, onde descarta-se este material retido nessa peneira e se utiliza o cilindro de 150 mm de diâmetro e 300 mm de altura.
Para a realização do ensaio de deformação permanente, deve-se seguir a norma DNIT 179/2018-IE. Após a preparação das amostras, através da secagem, peneiramento e homogeneização, os CPs são moldados por meio do processo de compactação, na sua respectiva umidade ótima e energia de compactação. O procedimento utiliza o equipamento triaxial de cargas repetidas, onde se aplica, inicialmente, 50 ciclos de carga no corpo de prova (CP), de condicionamento, para garantir o contato entre o pistão e o cabeçote, evitando que eventuais folgas ou ajustes da superfície sejam lidos como deformação. Após essa etapa, o ensaio começa e as deformações são armazenadas no sistema de aquisição de dados. Ao todo, são necessários entre 6 a 9 ensaios (CPs) para a realização do procedimento total. A frequência da carga repetida é de 2 a 5Hz, com 150.000 ciclos de repetição, no mínimo, para cada par.
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